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Dicas para fazer uma boa redação em concursos públicos.

Postado em 23 de maio de 2016

Conheça algumas dicas essenciais que podem auxiliar os concurseiros no momento da redação

IMG-20160507-WA0008Normalmente, as redações dos concursos públicos costumam ocupar uma boa parte do tempo de prova, prejudicando de certa forma o desenvolvimento da mesma. Confira a seguir algumas dicas que poderão facilitar a vida dos concurseiros em relação a está questão tão pertinente.

Primeiramente, o candidato precisa escolher o cargo almejado: área fiscal, policial ou bancária, por exemplo.

Após tal escolha, é preciso escrever. Nas primeiras semanas, com simples parágrafos; logo após, textos praticamente diários. Os assuntos estabelecidos devem ser exatamente os temas daquela área – já cobrados ou não – e questões que evocam a atualidade.

Com aulas mais tecnológicas, há um certo desprezo a lápis, a borrachas, a canetas. Lembremo-nos de um ponto: na hora da prova, a escrita será à tinta preta ou à tinta azul. Sendo assim, procure praticar, cronometrar o tempo que leva para redigir o texto, exatamente na folha da banca examinadora, com letra legível (diferenciando maiúsculas de minúsculas).

Um outro ponto lugar-comum é em relação à estrutura introdução-desenvolvimento-conclusão. Sim! Em trinta linhas, é mais fácil organizar assim a dissertação-argumentativa (sem obviamente estabelecer número exato de linhas para cada parágrafo). Use o bom senso e respeite as instruções do caderno de prova.

Inicia-se o texto, geralmente, com um conceito objetivo sobre o tema. Exemplo: em uma redação sobre a lei 8112/90, o escritor pode conceituá-la sob o ponto de vista jurídico. Isso dará uma excelente margem para a citação dos exemplos.

Sabe o que, de fato, credencia boa nota ao desenvolvimento da argumentação? O índice de comprovações. Para convencer, é interessante que o candidato use referências bibliográficas: números, pesquisas, autores conhecidos, doutrinas, relações históricas, literárias, biológicas, atualidades.

Para os recentes concursos, não adianta dar uma de “esperto” e simplesmente inventar o texto, usando aqueles clichês: “desde os tempos remotos, o homem sempre se questionou quanto à sua essência…” ou conclusões como “é importante que, cada vez mais, saibamos escolher os políticos competentes para que o futuro seja de glória…”. O efeito certamente será o contrário e o examinador penalizará o redator de algo tão abstrato.

A conclusão do texto? Com apresentação de uma possível solução dos problemas ou mesmo uma visão futurística, profissional, sobre o tema em questão.

O importante é posicionar-se como alguém que conhece o tema; alguém que demonstra o hábito da escrita, usando eficientemente o número de linhas proposto, com a exposição de referências bibliográficas que remontem ao seu histórico acadêmico, científico.

Fonte: Portal Cenpre

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